Mostrando postagens com marcador Linux. Mostrar todas as postagens
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Comandos Basicos do VIM

O editor de texto preferido de 9 entre cada 10 usuarios UNIX eh o vi.
A sintaxe para executar o vi eh a seguinte:
$ vi nome_do_arquivo

Uma vez carregado o vi, veja abaixo uma lista dos principais comandos:

Observacao:
Para passar para o modo comando pressione ESC.

Comandos basicos de insercao de texto: i Insere texto antes do cursor
a Insere texto depois do cursor
O editor de texto preferido de 9 entre cada 10 usuarios UNIX eh o vi.
A sintaxe para executar o vi eh a seguinte:
$ vi nome_do_arquivo

Uma vez carregado o vi, veja abaixo uma lista dos principais comandos:

Observacao:
Para passar para o modo comando pressione ESC.

Comandos basicos de insercao de texto: i Insere texto antes do cursor
a Insere texto depois do cursor
r Insere texto no início da linha onde se encontra o cursor
A Insere texto no final da linha onde se encontra o cursor
o Adiciona linha abaixo da linha atual
O Adiciona linha acima da linha atual
Ctrl + h Apaga o ultimo caracter

Comandos basicos de movimentacao: Ctrl+f Move o cursor para a proxima tela
Ctrl+b Move o cursor para a tela anterior
H Move o cursor para a primeira linha da tela
M Move o cursor para o meio da tela
L Move o cursor para a ultima linha da tela
h Move o cursor um caracter a esquerda
j Move o cursor para a proxima linha
k Move o cursor para linha anterior
l Move o cursor um caracter a direita
w Move o cursor para o inicio da proxima palavra (Ignora a pontuacao)
W Move o cursor para o inicio da proxima palavra (Nao ignora a pontuacao)
b Move o cursor para o inicio da palavra anterior (Ignora a pontuacao)
B Move o cursor para o inicio da palavra anterior (Nao ignora a pontuacao
0 Move o cursor para o inicio da linha atual
^ Move o cursor para o primeiro caracter nao branco da linha atual
$ Move o cursor para o final da linha atual
nG Move o cursor para a linha n
G Move o cursor para a ultima linha do arquivo

Comandos basicos para localizar texto: /palavra Busca pela palavra ou caracter em todo o texto
?palavra Move o cursor para a ocorrencia anterior da palavra
n Repete o ultimo comando / ou ?
N Repete o ultimo comando / ou ? , na direcao reversa
Ctrl+g Mostra o nome do arquivo, o numero da linha corrente e o total de linhas

Comandos basicos para alteracao de texto: x Deleta o caracter que esta sob o cursor
dw Deleta a palavra, da posicao atual do cursor ate o final
dd Deleta a linha atual
D Deleta a linha a partir da posicao atual do cursor ate o final
rx Substitui o caracter sob o cursor pelo especificado em x(é opcional indicar o caracter)
Rx Substitui a palavra sob o cursor pela palavra indicada em x
u Desfaz a ultima modificacao
U Desfaz todas as modificacoes feitas na linha atual
J Une a linha corrente a proxima
s:/palavra1/palavra2 Substitui a primeira ocorrencia de "palavra1" por "palavra2"

Comandos para salvar o texto: :wq Salva o arquivo e sai do editor
:w nome_do_arquivo Salva o arquivo corrente com o nome especificado
:w! nome_do_arquivo Salva o arquivo corrente no arquivo especificado
:q Sai do editor
:q! Sai do editor sem salvar as alteracoes realizadas

Caso voce nao goste do vi, experimente o ee (easy editor) que tambem eh muito bom.
Boa Sorte !!!
http://www.primeirospassos.org/sessao3_4.html


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MSDOS X UNIX

MS-DOS <----> Linux / UNIX
attrib <----> chmod
backup <----> tar
cd <----> cd
date <----> date
dir <----> ls
cls <----> clear
copy <----> cp
del <----> rm
deltree <----> rm -R
edit <----> vi/pico/joe
exit <----> exit
format <----> fdformat
ipconfig <----> ifconfig
mkdir /md <----> mkdir
more <> more file
move <----> rename/mv
netstat <----> netstat
ping <----> ping
rmdir <----> rmdir
time <----> time
tracert <----> traceroute
type <----> cat/less
win <----> startx


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comandos em linux

exit
Terminar a sessão, ou seja, a shell (mais ajuda digitando man sh ou man csh)
logout
Deslogar, ou seja, terminar a sessão actual, mas apenas na C shell e na bash shell
passwd
Mudar a password do nosso utilizador
rlogin
Logar de forma segura noutro sistema Unix/Linux
ssh
Sessão segura, vem de secure shell, e permite-nos logar num servidor através do protocolo ssh
slogin
Versão segura do rlogin

yppasswd
Mudar a password do nosso utilizador nas páginas amarelas (yellow pages)
Comandos de Comunicações
mail
Enviar e receber emails
mesg
Permitir ou negar mensagens de terminal e pedidos de conversação (talk requests)
pine
Outra forma de enviar e receber emails, uma ferramenta rápida e prática
talk
Falar com outros utilizadores que estejam logados no momento
write
Escrever para outros utilizadores que estejam logados no momento
Comandos de Ajuda e Documentação
apropos
Localiza comandos por pesquisa de palavra-chave
find
Localizar ficheiros, como por exemplo: find . -name *.txt -print, para pesquisa de ficheiros de texto por entre os ficheiros da directoria actual
info
Lança o explorador de informações
man
Manual muito completo, pesquisa informação acerca de todos os comandos que necessitemos de saber, como por exemplo man find
whatis
Descreve o que um determinado comando é
whereis
Localizar a página de ajuda (man page), código fonte, ou ficheiros binários, de um determinado programa
Comandos de Edição de Texto
emacs
Editor de texto screen-oriented
pico
Editor de texto screen-oriented, também chamado de nano
sed
Editor de texto stream-oriented
vi
Editor de texto full-screen
vim
Editor de texto full-screen melhorado (vi improved)
Comandos de Gestão de Ficheiros e Directorias
cd
Mudar de directoria actual, como por exemplo cd directoria, cd .., cd /
chmod
Mudar a protecção de um ficheiro ou directoria, como por exemplo chmod 777, parecido com o attrib do MS-DOS
chown
Mudar o dono ou grupo de um ficheiro ou directoria, vem de change owner
chgrp
Mudar o grupo de um ficheiro ou directoria
cmp
Compara dois ficheiros
comm
Selecciona ou rejeita linhas comuns a dois ficheiros seleccionados
cp
Copia ficheiros, como o copy do MS-DOS
crypt
Encripta ou Desencripta ficheiros (apenas CCWF)
diff
Compara o conteúdo de dois ficheiros ASCII
file
Determina o tipo de ficheiro
grep
Procura um ficheiro por um padrão, sendo um filtro muito útil e usado, por exemplo um cat a.txt grep ola irá mostrar-nos apenas as linhas do ficheiro a.txt que contenham a palavra “ola”
gzip
Comprime ou expande ficheiros
ln
Cria um link a um ficheiro
ls
Lista o conteúdo de uma directoria, semelhante ao comando dir no MS-DOS
lsof
Lista os ficheiros abertos, vem de list open files
mkdir
Cria uma directoria, vem de make directory”
mv
Move ou renomeia ficheiros ou directorias
pwd
Mostra-nos o caminho por inteiro da directoria em que nos encontramos em dado momento, ou seja a pathname
quota
Mostra-nos o uso do disco e os limites
rm
Apaga ficheiros, vem de remove, e é semelhante ao comando del no MS-DOS, é preciso ter cuidado com o comando rm * pois apaga tudo sem confirmação por defeito
rmdir
Apaga directorias, vem de remove directory
stat
Mostra o estado de um ficheiro, útil para saber por exemplo a hora e data do último acesso ao mesmo
sync
Faz um flush aos buffers do sistema de ficheiros, sincroniza os dados no disco com a memória, ou seja escreve todos os dados presentes nos buffers da memória para o disco
sort
Ordena, une ou compara texto, podendo ser usado para extrair informações dos ficheiros de texto ou mesmo para ordenar dados de outros comandos como por exemplo listar ficheiros ordenados pelo nome
tar
Cria ou extrai arquivos, muito usado como programa de backup ou compressão de ficheiros
tee
Copia o input para um standard output e outros ficheiros
tr
Traduz caracteres
umask
Muda as protecções de ficheiros por defeito
uncompress
Restaura um ficheiro comprimido
uniq
Reporta ou apaga linhas repetidas num ficheiro
wc
Conta linhas, palavras e mesmo caracteres num ficheiro
Exibição ou Impressão de Ficheiros
cat
Mostra o conteúdo de um ficheiro, como o comando type do MD-DOS, e é muito usado também para concatenar ficheiros, como por exemplo fazendo cat a.txt b.txt > c.txt” para juntar o ficheiro a.txt e b.txt num único de nome c.txt
fold
Encurta, ou seja, faz um fold das linhas longas para caberem no dispositivo de output
head
Mostra as primeiras linhas de um ficheiro, como por exemplo com head -10 a.txt, ou usado como filtro para mostrar apenas os primeiros x resultados de outro comando
lpq
Examina a spooling queue da impressora
lpr
Imprime um ficheiro
lprm
Remove jobs da spooling queue da impressora
more
Mostra o conteúdo de um ficheiro, mas apenas um ecrã de cada vez, ou mesmo output de outros comandos, como por exemplo ls more
less
Funciona como o more, mas com menos features, menos características e potenciais usos
page
Funciona de forma parecida com o comando more, mas exibe os ecrãs de forma invertida ao comando more
pr
Pagina um ficheiro para posterior impressão
tail
Funciona de forma inversa ao comando head, mostra-nos as últimas linhas de um ficheiro ou mesmo do output de outro comando, quando usado como filtro
zcat
Mostra-nos um ficheiro comprimido
xv
Serve para exibir, imprimir ou mesmo manipular imagens
gv
Exibe ficheiros ps e pdf
xpdf
Exibe ficheiros pdf, usa o gv
Comandos de Transferência de Ficheiros
ftp
Vem de file transfer protocol, e permite-nos, usando o protocolo de transferência de ficheiros ftp, transferir ficheiros entre vários hosts de uma rede, como aceder a um servidor de ftp para enviar ou puxar ficheiros
rsync
Sincroniza de forma rápida e flexível dados entre dois computadores
scp
Versão segura do rcp
Comandos de Notícias ou Rede
netstat
Mostra o estado da rede
rsh
Corre umam shell em outros sistemas UNIX
ssh
Versão segura do rsh
nmap
Poderoso port-scan, para visualizarmos portas abertas num dado host
ifconfig
Visualizar os ips da nossa máquina, entre outras funções relacionadas com ips
ping
Pingar um determinado host, ou seja, enviar pacotes icmp para um determinado host e medir tempos de resposta, entre outras coisas
Comandos de Controlo de Processos
kill
Mata um processo, como por exemplo kill -kill 100 ou kill -9 100 ou kill -9 %1
bg
Coloca um processo suspenso em background
fg
Ao contrário do comando bg, o fg traz de volta um processo ao foreground
jobs
Permite-nos visualizar jobs em execução, quando corremos uma aplicação em background, poderemos ver esse job com este comando, e termina-lo com um comando kill -9 %1, se for o job número 1, por exemplo
top
Lista os processos que mais cpu usam, útil para verificar que processos estão a provocar um uso excessivo de memória, e quanta percentagem de cpu cada um usa em dado momento
^y
Suspende o processo no próximo pedido de input
^z
Suspende o processo actual
Comandos de Informação de Estado
clock
Define a hora do processador
date
Exibe a data e hora
df
Exibe um resumo do espaço livre em disco
du
Exibe um resumo do uso do espaço em disco
env
Exibe as variáveis de ambiente
finger
Pesquisa informações de utilizadores
history
Lista os últimos comandos usados, muito útil para lembrar também de que comandos foram usados para fazer determinada acção no passado ou o que foi feito em dada altura
last
Indica o último login de utilizadores
lpq
Examina a spool queue
manpath
Mostra a path de procura para as páginas do comando man
printenv
Imprime as variáveis de ambiente
ps
Lista a lista de processos em execução, útil para saber o pid de um processo para o mandar abaixo com o comando kill, entre outras coisas
pwd
Mostra-nos o caminho por inteiro da directoria em que nos encontramos em dado momento, ou seja a pathname
set
Define variáveis da sessão, ou seja, da shell, na C shell, na bash ou na ksh
spend
Lista os custos ACITS UNIX até à data
time
Mede o tempo de execução de programas
uptime
Diz-nos há quanto tempo o sistema está funcional, quando foi ligado e o seu uptime
w
Mostra-nos quem está no sistema ou que comando cada job está a executar
who
Mostra-nos quem está logado no sistema
whois
Serviço de directório de domínios da Internet, permite-nos saber informações sobre determinados domínios na Internet, quando um domínio foi registado, quando expira, etc
whoami
Diz-nos quem é o dono da shell
Comandos de Processamento de Texto
abiword
Processador de Texto Open Source
addbib
Cria ou modifica bases de dados bibliográficas
col
Reverte o filtro a line feeds
diction
Identifica sentenças com palavras
diffmk
Marca diferenças entre ficheiros
dvips
Converte ficheiros TeX DVI em ficheiros PostScript
explain
Explica frases encontradas pelo programa diction
grap
Preprocessador pic para desenhar gráficos, usado em tarefas elementares de análises de dados
hyphen
Encontra palavras com hífenes
ispell
Verifica a ortografia de forma interactiva
latex
Formata texto em LaTeX, que é baseado no TeX
pdfelatex
Para documentos LaTeX em formato pdf
latex2html
Converter LaTeX para html
lookbib
Encontra referências bibliográficas
macref
Cria uma referência cruzada listando ficheiros de macros nroff/troff
ndx
Cria uma página de indexação para um documento
neqn
Formata matemáticas com nroff
nroff
Formata texto para exibição simples
pic
Produz simples imagens para troff input
psdit
Filtra um output troff para a Apple LaserWriter
ptx
Cria uma indexação permutada mas não em CCWF
refer
Insere referências de bases de dados bibliográficas
roffbib
Faz o run off de uma base de dados bibliográfica
sortbib
Ordena uma base de dados bibliográfica
spell
Encontra erros de ortografia
style
Analisa as características superficiais de um documento
tbl
Formata tabelas para nroff/troff
tex
Formata texto
tpic
Converte ficheiros pic source em comandos TeX
wget
Permite-nos fazer o download completo de páginas web, com todos os ficheiros, de forma fácil e não interactiva, sem exigir por isso presença do utilizador, respeitando também o ficheiro robots.txt
Web
html2ps
Conversor de html para ps
latex2html
Conversor de LaTeX para html
lynx
Navegador web baseado em modo de texto, ou seja, é um web browser que nos permite abrir todo o tipo de páginas visualizando apenas os textos e links, não vendo assim as imagens, e sendo por isso bastante rápido, mas requere prática para ser manuseado
netscape
Navegador web da Netscape
sitecopy
Aplicação que nos permite manter facil e remotamente web sites
weblint
Verificador de sintaxes e de estilos html

veja mais nesse site

http://www.comandoslinux.com/


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ataque digital

Ataque digital

Os vírus tem geralmente as seguintes extensões .exe, .com, .sys, .bin, .drv, .src. quando acionados passam a infectar qualquer tipo de arquivos. Para dificultar seu extermínio ele se criptografa ou pode mudar de característica ( poliformismo ), tem também os botnets que não são considerados vírus por que ele pode se espalhar por span e falhas no sistema sem infectar arquivos podendo inserir comandos via IRC (internet relay chat )


ficando conectado ao um servidor ai começa o ataque o botnet conecta no mesmo canal do servidor e lança comandos. Diferentes dos outros vírus os worms não precisar contaminar arquivos para se espalhar eles usam o e-mail e serviços de redes para se propagar se anexando entre programas P2P Ex.(emule, lime wire etc...) as extensões deles são geralmente VBS (visual basic script) por ele não precisar estar compilado. Os badcoms já são programinhas usados pelo MSDOS com comandos destrutíveis ex.( Del ) quando executados ele destroem tudo que foi pedido e na maioria das vezes o anti vírus não detecta. Tem também os mais populares que são os cavalos de tróia que na historia grega, os gregos não conseguiam passar da muralha dos troianos, então os gregos mandaram muitos soldados dentro de um cavalo gigante de madeira, como pedido de desculpas, quando os troianos dormirão, os soldados saíram e conquistam tróia uma trojan (cavalo de tróia ) tem a mesma tática de ataque, após a infecção ele se baseia na conexão cliente servidor onde ele vai abrir uma porta da vitima para o cracker daí da total acesso para deletar arquivos abri um chat e capturar tela o método de invasão por cavalo de tróia é um dos métodos mais usados na internet. Os keyloggers gravam todas as informações que são digitadas no computador e mandam para os crackers, foram criados com intuitos de observar o que as crianças faziam na internet depois evoluíram e se tornaram armas para crackers, so lembrando que eles não so gravam senhas mas tudo que é digitado. Semelhante ao keyloggers esse alem de gravar o que é digitado ele também grava a tela do computador chama-se screenloggers. Tem os spywares este coleta informações de você.
Como nos podemos nos prevenir dessas pragas digitais, começamos pelo nosso anti-virus mantendo ele sempre atualizado e fazendo a varredura de vírus uma vez por dia o anti-virus nada mais é do que um programa de proteção eles ficam ativos quando achan alguma coisa estranha avisa logo ao usuário, junto com os anti-virus vem também o firewalls e o próprio Windows já vem com o mesmo, ele é como uma barreira de fogo sua função é nos proteger contra possíveis invasores por eu fica monitorando as atividades da rede. Isso é o que podemos fazer no computador mas há mais coisas que podemos fazer alem disso, que e manter-se longe de pirataria de software por que nos sites podem haver vírus spam ou trojan mascarado, não abrir site ou conteúdos na internet inseguros, verificar com o anti-virus os programas desconhecidos Nem pensar em abri atachados de e-mail que você não tenho solicitado, so abri e-mail de pessoas conhecidas mesmo assim com uma insegurança por que o computado pode do seu colega pode estar infectado. Não esqueça o melhor anti-virus da sua maquina é você.



{{autor}}{{Eric Galdino}}


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entendendo o kernel autor Morimoto

Linux: Entendendo o Kernel

outubro 14, 2008 – 7:33 pm

Hoje em dia, quando falamos em “Linux” estamos normalmente nos referindo à plataforma como um todo, incluindo as diferentes distribuições e softwares. Mas, no início, o Linux era apenas


o kernel desenvolvido pelo Linus Torvalds. Mesmo hoje em dia, alguns puristas ainda insistem na idéia de que o “Linux” é apenas o kernel e todos os outros componentes são softwares que rodam sobre ele. O principal argumento a favor dessa idéia é que outros sistemas Unix, como o FreeBSD e o Solaris são baseados em outros kernels (e são por isso considerados sistemas diferentes) mas, apesar disso, rodam o X, KDE, Firefox e outros softwares, assim como no caso das distribuições Linux. De qualquer forma, a idéia de usar o termo Linux para a plataforma como um todo é bem mais simples e natural, por isso adoto esta terminologia no livro.

O Kernel é a peça fundamental do sistema, responsável por prover a infra-estrutura básica necessária para que os programas funcionem, além de ser o responsável por dar suporte aos mais diferentes periféricos: placas de rede, som e o que mais você tiver espetado no micro.

Esta é justamente uma das principais diferenças entre o Windows e as distribuições Linux. No Windows, o sistema inclui um conjunto relativamente pequeno de drivers e você depende dos CDs de instalação e dos drivers disponibilizados pelos fabricantes. No Linux, quase todos os drivers disponíveis são incorporados diretamente no Kernel e já vêm pré-instalados nas distribuições. Isso faz com que os periféricos suportados sejam detectados automaticamente.

Isso faz com que a importância de usar uma distribuição atual seja muito maior, já que uma distribuição antiga ou desatualizada incluirá não apenas softwares antigos, mas também um conjunto desatualizado de drivers, que farão com que muitos comentes do PC não sejam reconhecidos.

Começando do início, se você der uma olhada dentro da pasta “/boot” de qualquer distribuição Linux, vai encontrar o executável do Kernel, no meio de um pequeno conjunto de arquivos. Ele é o primeiro componente carregado pelo gerenciador de boot durante a inicialização do sistema:

Você deve estar se perguntando por que o arquivo se chama “vmlinuz” e não “vmlinux”, como seria mais lógico. Na verdade, esta é uma longa história, mas, em resumo, o “z” no nome é usado porque o arquivo do Kernel é guardado no HD na forma de um arquivo compactado.

Nas primeiras distribuições Linux, todos os drivers e outros componentes eram compilados diretamente nesse arquivo principal e você podia escolher os componentes a ativar na hora de compilar o Kernel. Se você habilitasse tudo, não teria problemas com nenhum dispositivo suportado, tudo iria funcionar facilmente. Mas, por outro lado, você teria um Kernel gigantesco, que rodaria muito devagar no seu 486 com 8 MB de RAM. Se, por outro lado, você compilasse um Kernel enxuto e esquecesse de habilitar o suporte a algum recurso necessário, teria que recompilar tudo de novo para ativá-lo. Como resultado disso, as distribuições passaram a incluir diversas opções de kernel, compiladas com opções diferentes. Você tinha então que escolher qual usar, de acordo com os componentes do micro.

Este problema foi resolvido durante o desenvolvimento do Kernel 2.0, através do suporte a módulos. Os módulos são peças independentes que podem ser ativadas ou desativadas com o sistema em uso. Do Kernel 2.2 (lançado em 1999) em diante, quase tudo pode ser compilado como módulo, o que tornou as coisas muito mais práticas e abriu as portas para os sistemas de detecção automática de hardware que são usados nas distribuições atuais.

Os módulos nada mais são do que arquivos, que são armazenados dentro da pasta “/lib/modules/versão_do_kernel”. Veja que os módulos ficam organizados em pastas: a pasta “kernel/drivers/net/” contém drivers para placas de rede, a pasta “kernel/drivers/usb/” agrupa os que dão suporte dispositivos USB e assim por diante:

Na maioria dos casos, os módulos possuem nomes que dão uma idéia do dispositivo a que oferecem suporte. O “8139too.ko” dá suporte às placas de rede com o chipset Realtek 8139, o “sis900.ko” dá suporte às placas SiS 900, enquanto o “e100.ko” ativa as placas Intel E100, por exemplo. Se você fizer uma pesquisa pelo nome de um módulo específico no Google, vai quase sempre chegar à página do projeto ou a alguma página ou manual explicando o que ele faz.

Para ativar suporte a um certo dispositivo, você (ou o utilitário de detecção incluído no sistema) precisa apenas carregar o módulo referente a ele. O resto é feito pelo próprio Kernel, que se encarrega de ativar o dispositivo e criar um caminho de acesso para ele.

Cada vez mais, o trabalho de detecção e carregamentos dos módulos está passando a ser feito de forma automática pelas distribuições, através dos códigos de identificação incluídos nos próprios dispositivos. Uma placa de rede com chipset Realtek, por exemplo, retorna algo como “Ethernet controller: Realtek Semiconductor Co., Ltd. RTL-8139/8139C/8139C+”. Com base nesses códigos, o sistema pode descobrir quais periféricos estão instalados e carregar os módulos apropriados, de forma automática. Você pode checar os códigos de identificação dos dispositivos instalados usando os comandos “lspci” e “lsusb”.

Em casos em que você precisa carregar um módulo manualmente, é usado o comando “modprobe”, seguido do módulo desejado, como em:

# modprobe ndiswrapper

Para descarregar um módulo, é usado o “modprobe -r”, como em:

# modprobe -r ndiswrapper

Algumas distribuições oferecem uma opção de carregar módulos adicionais durante a instalação, justamente pensando nos raros casos onde você precisa de um determinado módulo para ativar a placa SCSI onde está instalado o HD para poder prosseguir com a instalação, por exemplo.

Os módulos são gerados durante a compilação do Kernel. Você não precisa se preocupar com isso se não quiser, pois as distribuições quase sempre incluem versões bem completas do kernel por padrão, mas, de qualquer forma, existe sempre a possibilidade de recompilar o kernel, mexendo nas opções e ativando ou desativando os módulos que quiser.

Na prática, a situação mais comum onde você precisa lidar com módulos é quando precisa instalar manualmente algum driver modificado ou proprietário, necessário para ativar algum dispositivo em particular. Infelizmente, isso é ainda relativamente comum ao usar componentes recém-lançados, ou em algumas configurações problemáticas, como em alguns notebooks com chipset SiS ou VIA.




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gerenciadores de pacotes

Ladislav Bodnar
21/10/2008


Linux package management cheatsheet
Autor original: Ladislav Bodnar
Publicado originalmente no: distrowatch.com, [1], [2], [3], [4]
Tradução: Roberto Bechtlufft

O gerenciamento de pacotes é provavelmente a característica que mais diferencia as distribuições Linux. Embora a tendência em boa parte dos grandes projetos seja oferecer uma interface gráfica na qual os usuários possam selecionar um pacote e instalá-lo com um clique do mouse (como no Synaptic do Debian ou no Drakrpm do Mandriva), esses programas costumam ser apenas interfaces gráficas para os utilitários de baixo nível que gerenciam as tarefas associadas à instalação de pacotes nos sistemas Linux. Ainda que muitos usuários do Linux sintam-se bem mais à vontade instalando pacotes com essas ferramentas gráficas intuitivas, não dá para negar que o gerenciamento de pacotes pela linha de comando oferece dois excelentes recursos que não estão disponíveis em nenhum utilitário gráfico para gerenciamento de pacotes: poder e velocidade.



Um problema enfrentado por muitos daqueles que estão sempre mudando de distro e por entusiastas de sistemas operacionais é a necessidade de dominar (ou de aprender novamente) um novo grupo de comandos para gerenciamento de pacotes sempre que mudam de distribuição. Além disso, as ferramentas de gerenciamento de pacotes tendem a evoluir, com novos recursos e comandos sendo adicionados nas novas versões. Algumas distribuições até desenvolvem utilitários de gerenciamento de pacotes completamente novos, como foi o caso do openSUSE com o ZYpp. Outras, como o Debian, desencorajam o uso de utilitários consolidados (como o apt-get) em prol de alternativas melhores (como o aptitude) para a atualização do sistema. Essas mudanças todas complicam as coisas para quem quer acompanhar as diferentes distribuições e suas ferramentas de gerenciamento de pacotes.

Por isso, vamos fazer algo diferente: criar uma tabela de referência rápida listando comandos populares para o gerenciamento de pacotes em distribuições Linux.

Tarefa
apt (deb)
Debian, Ubuntu
zypp (rpm)
openSUSE
yum (rpm)
Fedora, CentOS
urpmi (rpm)
Mandriva
Gerenciando o software




Instalar um novo software usando os repositórios de pacotes
apt-get install pacote
zypper install pacote
yum install pacote
urpmi pacote
Instalar um novo software usando um arquivo de pacote
dpkg -i pacote
zypper install pacote
yum localinstall pacote
urpmi pacote
Atualizar um software instalado
apt-get install pacote
zypper update -t pacote
yum update pacote
urpmi pacote
Remover um software instalado
apt-get remove pacote
zypper remove pacote
zypper erase pacote
urpme pacote
Atualizando o sistema




Atualizar lista de pacotes
apt-get update
zypper refresh
yum check-update
urpmi.update -a
Atualizar o sistema
apt-get upgrade
zypper update
yum update
urpmi --auto-select
Procurando por pacotes




Procurar pelo nome do pacote
apt-cache search pacote
zypper search pacote
yum list pacote
urpmq pacote
Procurar por padrão
apt-cache search padrão
zypper search -t pattern padrão
yum search padrão
urpmq --fuzzy pacote
Procurar pelo nome do arquivo
apt-file search caminho
zypper wp arquivo
yum provides arquivo
urpmf arquivo
Listar os pacotes instalados
dpkg -l
rpm -qa
rpm -qa
rpm -qa
Configurando o acesso a repositórios de software




Listar repositórios
cat /etc/apt/sources.list
zypper repos
yum repolist
urpmq --list-media
Adicionar repositório
(edite o /etc/apt/sources.list)
zypper addrepo caminho nome
(adicione o repositório ao /etc/yum.repos.d/)
urpmi.addmedia nome caminho
Remover repositório
(edite o /etc/apt/sources.list)
zypper removerepo nome
(remova o repositório do /etc/yum.repos.d/)
urpmi.removemedia mídia

A segunda tabela lista as ferramentas de gerenciamento de pacotes presentes no Slackware Linux e em outras distribuições baseadas no Slackware. Como Patrick Volkerding já disse em diversas ocasiões, o Slackware dificilmente terá uma ferramenta avançada de gerenciamento de pacotes (leia-se: com resolução de dependências), por isso todas as tarefas de instalação, atualização e remoção continuam a ser realizadas com o pkgtools, um grupo de scripts simples que não mudou muito ao longo dos anos. No entanto, o repositório extra (não suportado) do Slackware, que também está disponível no DVD de instalação, inclui o slackpkg, uma ferramenta de gerenciamento de pacotes criada por terceiros que oferece uma maneira mais automática de instalar software no Slackware Linux. Vale mencionar que alguns derivados populares do Slackware, como o VectorLinux, adotaram como padrão o slapt-get, outra ferramenta de terceiros que imita o comportamento do APT.

Tarefa
pkgtools
Slackware
slackpkg
Slackware
slapt-get
Vector
netpkg
Zenwalk
Gerenciando o software




Instalar um novo software usando os repositórios de pacotes
--
slackpkg install pacote
slapt-get install pacote
netpkg pacote
Instalar um novo software usando um arquivo de pacote
installpkg pacote
slackpkg install pacote
slapt-get install pacote
netpkg pacote
Atualizar um software instalado
upgradepkg pacote
slackpkg install pacote
slapt-get install pacote
netpkg pacote
Remover um software instalado
removepkg pacote
slackpkg remove pacote
slapt-get remove pacote
netpkg remove pacote
Atualizando o sistema




Atualizar lista de pacotes
--
slackpkg update
slapt-get update
(automático)
Atualizar o sistema
--
slackpkg upgrade-all
slapt-get upgrade
netpkg upgrade
Procurando por pacotes




Procurar pelo nome do pacote
--
slackpkg search pacote
slapt-get --search pacote
netpkg pacote repositório
Procurar por padrão
--
slackpkg search padrão
slapt-get --search padrão
netpkg list | grep padrão
Procurar pelo nome do arquivo
--
--
--
netpkg arquivo repositório
Listar os pacotes instalados
ls /var/log/packages/
ls /var/log/packages/
slapt-get --installed
netpkg list I
Configurando o acesso a repositórios de software




Listar repositórios
--
cat /etc/slackpkg/mirrors
cat /etc/slapt-get/slapt-getrc
netpkg mirror
Adicionar repositório
--
(edite o /etc/slackpkg/mirrors)
(edite o /etc/slapt-get/slapt-getrc)
(edite o /etc/netpkg.conf)
Remover repositório
--
(edite o /etc/slackpkg/mirrors)
(edite o /etc/slapt-get/slapt-getrc)
(edite o /etc/netpkg.conf)

No próximo grupo, temos algumas (a maioria) das distribuições independentes que vêm ganhando popularidade nos últimos anos. O Sabayon Linux, embora derivado do Gentoo, traz sua própria ferramenta de linha de comando para o gerenciamento de pacotes chamada equo. O Pacman, do Arch Linux já existe há algum tempo e é freqüentemente considerado um dos gerenciadores de pacotes mais velozes. O Conary, desenvolvido pela rPath e popularizado pelo Foresight Linux, é uma abordagem completamente nova no gerenciamento de pacotes. Foi criado por ex-engenheiros famosos da Red Hat, que têm anos de experiência no gerenciamento de pacotes. Por outro lado, o PiSi, do Pardus Linux, é uma ferramenta relativamente nova, mas a distribuição em si vem crescendo rapidamente nos últimos anos.

Tarefa
equo
Sabayon
pacman
Arch
conary
rPath, Foresight
pisi
Pardus
Gerenciando o software




Instalar um novo software usando os repositórios de pacotes
equo install pacote
pacman -S pacote
conary update pacote
pisi install pacote
Instalar um novo software usando um arquivo de pacote
equo install pacote
pacman -U pacote
conary update pacote
pisi install pacote
Atualizar um software instalado
equo install pacote
pacman -S pacote
conary update pacote
pisi install pacote
Remover um software instalado
equo remove pacote
pacman -R pacote
conary erase pacote
pisi remove pacote
Atualizando o sistema




Atualizar lista de pacotes
equo update
pacman -Sy

pisi update-repo
Atualizar o sistema
equo world
pacman -Su
conary updateall
pisi upgrade
Procurando por pacotes




Procurar pelo nome do pacote
equo match pacote
pacman -Ss pacote
conary query pacote
pisi search pacote
Procurar por padrão
equo search padrão
pacman -Ss padrão
conary query pacote
pisi search pacote
Procurar pelo nome do arquivo
equo belongs arquivo
pacman -Qo arquivo
conary query --path caminho
pisi search-file caminho
Listar os pacotes instalados
equo list
pacman -Q
conary query
pisi list-installed
Configurando o acesso a repositórios de software




Listar repositórios
equo repoinfo
cat /etc/pacman.conf

pisi list-repo
Adicionar repositório

(edite o /etc/pacman.conf)

pisi add-repo nome caminho
Remover repositório

(edite o /etc/pacman.conf)

pisi remove-repo nome

Além das ferramentas de gerenciamento de pacotes usadas como parte do sistema pela maioria das distribuições, também existem algumas ferramentas que não estão atreladas a nenhuma distro específica, e que vem sendo incluídas em distribuições variadas. O Smart, desenvolvido originalmente pela Conectiva, não tem sido muito divulgado, mas alguns usuários preferem usá-lo no lugar do urpmi da Mandriva ou do zypper do openSUSE (ele também é compatível com sistemas baseados no Debian e no Slackware). Nos últimos dias, o PackageKit do Fedora também vem ganhando destaque, apresentando uma maneira de gerenciar pacotes em diferentes distribuições e arquiteturas. Incluído em muitas distribuições, a ferramenta de linha de comando pkgcon, do PackageKit, é um front-end para as ferramentas nativas de gerenciamento de pacotes do Fedora, do Ubuntu, do openSUSE, da Mandriva e de outras distribuições.

Tarefa
smart
Mandriva, openSUSE
pkgcon
Fedora, Ubuntu, openSUSE, Mandriva
Gerenciando o software


Instalar um novo software usando os repositórios de pacotes
smart install pacote
pkcon install pacote
Instalar um novo software usando um arquivo de pacote
smart install pacote
pkcon install-file pacote
Atualizar um software instalado
smart install pacote
pkcon update pacote
Remover um software instalado
smart remove pacote
pkcon remove pacote
Atualizando o sistema


Atualizar lista de pacotes
smart update
pkcon refresh
Atualizar o sistema
smart upgrade
pkcon upgrade
Procurando por pacotes


Procurar pelo nome do pacote
smart search pacote
pkcon search name pacote
Procurar por padrão
smart search padrão
pkcon search details padrão
Procurar pelo nome do arquivo
smart query arquivo
pkcon what-provides arquivo
Listar os pacotes instalados
smart query --installed
--
Configurando o acesso a repositórios de software


Listar repositórios
smart channel --show
pkcon repo-list
Adicionar repositório
smart channel --add nome caminho

Remover repositório
smart channel --remove nome


Por fim, uma tabela para as distribuições baseadas em código fonte. O Portage, do Gentoo, é bem documentado e muito usado, mas as outras distribuições feitas para serem montadas do zero não costumam ter muito destaque na imprensa especializada em Linux, e por isso seus sistemas de gerenciamento de pacotes não são particularmente conhecidos. O Sorcerer ("Feiticeiro"), que já existia antes do Gentoo Linux nascer, usa scripts do Bash para "fazer sua mágica" e baixar, instalar e compilar pacotes. O Sorcerer sofreu um fork, gerando o Lunar Linux e o Source Mage GNU/Linux, ambos incluídos na tabela abaixo. Infelizmente, o Sorcerer não oferece muita documentação online e foi omitido por enquanto.

Tarefa
portage
Gentoo
lunar
Lunar
sorcery
Source Mage
Gerenciando o software



Instalar um novo software usando os repositórios de pacotes
emerge pacote
lin pacote
cast pacote
Instalar um novo software usando um arquivo de pacote



Atualizar um software instalado
emerge pacote
lin pacote
cast pacote
Remover um software instalado
emerge -aC pacote
lrm pacote
dispel pacote
Atualizando o sistema



Atualizar lista de pacotes
emerge --sync
lin moonbase
scribe update
Atualizar o sistema
emerge -NuDa world
lunar update
sorcery upgrade
Procurando por pacotes



Procurar pelo nome do pacote
emerge --search pacote
lvu search pacote
gaze search -name pacote
Procurar por padrão
emerge --search padrão
lvu search padrão
gaze search padrão
Procurar pelo nome do arquivo


gaze from arquivo
Listar os pacotes instalados
find /var/db/pkg/ -mindepth 2 -maxdepth 2 -printf "%P\n"
lvu installed
gaze installed
Configurando o acesso a repositórios de software



Listar repositórios
layman -L
--
scribe index
Adicionar repositório
layman -a repositório
--
scribe add repositório
Remover repositório
layman -d repositório
--
scribe remove repositório

Créditos a Ladislav Bodnar - distrowatch.com, [1], [2], [3], [4]
Tradução por Roberto Bechtlufft





Leia Mais!

driver da nvidia no ubuntu

Faça uma cópia de segurança do aquivo xorg.conf antes de iniciar a instalação.

$ sudo cp /etc/X11/xorg.conf /etc/X11/xorg.conf_bkp

1- Removendo pacotes antigos

apt-get remove nvidia-glx nvidia-settings nvidia-kernel-common

2- Instalando pacotes necessários

Certifique-se de ter habilitado os repositórios universe e multiverse

$ sudo apt-get install linux-headers-(uname -r) build-essential xserver-xorg-dev

3- Baixe o driver aqui!

www.driversbay.com



4- Edite o arquivo linux-restricted-modules-common

pico /etc/default/linux-restricted-modules-common

Altere a linha DISABLED_MODULES=”"

Para DISABLED_MODULES="nv"

5- Entrando em modo texto

reinicie o pc entre no modo texto



7- Executando o driver

Entre no diretório em que o foi salvo o aquivo .run

sh ./NVIDIA-Linux-x86-1.0-9755-pkg1.run

8 - Reinicie o sitema

shutdown -r now

Pronto driver instalado!

9- Verificando a instalação

O primeiro sintoma que ocorreu no pc após a instalação do driver foi uma tela preta com o logo da nvidia antes de iniciar o gdm.

No menu Aplicações->Ferramentas do Sistema aparecerá a opção NVIDIA X Server Settings.



No terminal digite:

$ glxinfo grep direct

Deve retornar

$ direct rendering: yes


Leia Mais!

Faça uma cópia de segurança do aquivo xorg.conf antes de iniciar a instalação.

Pico /etc/X11/xorg.conf /etc/X11/xorg.conf_bkp

1- Removendo pacotes antigos

apt-get remove nvidia-glx nvidia-settings nvidia-kernel-common

ele vai pedir para reiniciar não reinicie



2- Instalando pacotes necessários

uname -r

apt-get install linux-restricted-modules-{{seu kernel}} build-essential xserver-xorg-dev

3- Baixe o driver

#www.driversbay.com



4- Edite o arquivo linux-restricted-modules-common

$ sudo gedit /etc/default/linux-restricted-modules-common

Altere a linha DISABLED_MODULES=”"

Para DISABLED_MODULES=”nv”

8 - Reinicie o sitema

sudo shutdown -r now

entre no modo texto va no diretorio onde estar salvo o driver de um

m-a update

m-a prepare

sh {{driver da nvidia}}

9- Verificando a instalação

no terminal digite:

$ glxinfo | grep direct

Deve retornar

$ direct rendering: yes



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